2nda fase do programa Ciência sem Fronteiras: 100.000 novas bolsas de estudo a contar de 2015 [fr]

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O Brasil anunciou o lançamento da segunda fase do programa Ciência sem Fronteiras, principal programa de mobilidade estudantil do país, com a emissão de 100.000 bolsas de apoio a mobilidade de estudantes brasileiros no exterior a contar de 2015, mas também financiamentos para convidar pesquisadores e científicos estrangeiros no Brasil. O objetivo do programa é promover a consolidação, a expansão e a internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional dos estudantes.

A França se posiciona como o 3° destino dos estudantes do programa, atrás dos Estados Unidos e do Reino Unido e a igualdade com o Canadá, acolhendo 8% deles. Também é o primeiro destino dos estudantes bolsistas, quem serão particularmente honrados nessa segunda fase do programa. Assim essa segunda etapa prevê a priorização de alocação dos bolsistas premiados nas olimpíadas de matemática, física e química das escolas públicas, a priorização de bolsa de pós-graduação para os ex-bolsistas de graduação que obtiverem o aceite de instituição de excelência para pesquisa nas áreas do programa e o lançamento de programas específicos que envolvam ex-bolsistas do programa.

A parceria com o setor socioeconômico será procurada, em particular no marco dos estágios na empresa. A área de engenharias e demais áreas tecnológicas contam com o maior número de bolsistas no programa, 52%. Já as áreas que englobam a biologia, ciências biomédicas e saúde agregam 18% das concessões de bolsas; ciências exatas e da terra somam 8%; computação e tecnologias da informação, 6%; produção agrícola sustentável, 4%; seguidas por farmácia e biotecnologia, com 2% cada. Biodiversidades, bio-prospecção e energias renováveis participam com 1% das bolsas do Ciência sem Fronteiras.

publicado em 11/07/2014

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